quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Quem é Oxum?

A mais coquete das Deusas do panteão Ioruba, Oxum é um Orixá feminino que rege e vive nas águas doces. Comanda o curso dos rios e cascatas. É o Orixá da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza. O seu nome deriva do rio Osùn, que corre na Nigéria, na região Ijexá e Ijebu.

Através de Oxum, os que sofrem do mal de amar, procuram a solução dos problemas do coração, uma vez que ela é a responsável pelas uniões entre casais. Também na vida financeira, se pede ajuda a Oxum pois é ela a “Senhora do Ouro” e a “Senhora do Cobre”, que era o metal utilizado para fazer moedas.

Na mitologia ioruba, Oxum é  filha de Iemanjá e Oxalá. O Festival de Oxum é realizado anualmente na cidade de Osogbo, na Nigéria. O Bosque Sagrado de Osun-Osogbo, onde se encontra o Templo de Oxum, é patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura desde 2005.

Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas quedas de água e, mais raramente, nas fontes de águas minerais. Oxum é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derrama lágrimas ao incorporar em alguém, caraterística que se transfere aos seus filhos, identificados por chorarem com facilidade.
No Haiti, Oxum é o Orixá do amor, do dinheiro e da felicidade. Também conhecida como Erzile ou Erzulie, Erzulie ou Freda.
Na Santería cubana, é chamada Ochún. O sincretismo deste Orixá na ilha de Fidel é com “Nossa Senhora da Caridade do Cobre” a padroeira de Cuba.
 
Oxum, gosta de mel, flores, panos amarelos, joias e perfumes. Aceita presentes dados com amor e fé.
Os filhos e filhas de Oxum, são doces, sentimentais, agem mais com o coração do que com a razão e são muito chorões. Há também um certa tendência para a autocontemplação e vaidade. Adoram o luxo, a vida social e são, na generalidade, pessoas muito românticas. Geralmente, dão muita importância à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocar com o "socialmente aceite", preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia. Apesar destas caraterísticas de consenso, os filhos e filhas de Oxum são sempre pessoas obstinadas na luta pelos seus objetivos. Na realidade os filhos de Oxum, não nunca esquecem o seu propósito atrás da sua imagem doce escondem uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.
Têm uma certa tendência para engordar, a imagem do gordinho risonho e bem-humorado combina com eles. Gostam de festas, da vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos. Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem os filhos de Oxum, que gostam de joias, perfumes, roupas vistosas e de tudo o que é bom e caro.
O lado espiritual dos filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maiores Yalorixás (mães-de-santo) da história do Candomblé, tenham sido ou sejam de Oxum.

Para a nação Nagô o dia de Oxum é a Quinta-feira e a sua saudação é: Ora Ié Ié!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quem é Xangô?


Imagina um elefante. Um elefante grande. Mas um tão grande que "os olhos são do tamanho de potes de boca larga" e o resto do corpo do animal segue a proporção do tamanho dos olhos. Esse elefante é Xangô.
Xangô é Rei e por ser Sábio é também Juiz, por isso o Poder que gera controla a política e a justiça. Xangô é o Orixá a que os fiéis recorrem para resolver problemas relacionados com documentos, questões em tribunal, estudos, eleições, trabalhos intelectuais, produções artísticas e tudo o que implique uma reflexão e tomada de decisões.
Não se pode falar de Xangô sem falar de poder. Xangô expressa a autoridade dos grandes governantes, mas também detém o poder mágico, já que domina o mais perigoso de todos os elementos da natureza: o Fogo. O poder mágico de Xangô reside no raio, no fogo que corta o céu, que destrói na Terra, mas que transforma, que protege e que ilumina o caminho. O fogo é a grande arma de Xangô, com a qual castiga aqueles que não honram o seu nome.
Xangô, é Orixá da justiça, do conhecimento, da inteligência, da política, dos raios, dos trovões e do fogo. O Poder é a síntese de Xangô. Rei absoluto. Forte e imbatível. O prazer de Xangô é o poder. Xangô manda nos poderosos, manda no seu reino e nos reinos vizinhos. Xangô é Rei entre todos os reis.
Há quem diga que Xangô, ao contrário de outros Orixás mais “pacientes”, exerce o poder de uma forma ditatorial e explosiva. Faz o que quer quando quer. Mas este “ditador” ama o seu povo. E Xangô ama os seus filhos!!! Em Xangô, a força do seu caráter e a sua honestidade são as marcas que sobressaem.
Em Xangô tudo remete para o Poder e para a sua condição de Rei. As suas roupas, a sua riqueza, a sua forma de gerir o poder. A cor vermelha, por exemplo, sempre esteve ligada à nobreza. Só os grandes reis pisavam sobre o tapete vermelho e Xangô pisa sobre o fogo, o vermelho original, o seu tapete.
Xangô, enquanto Orixá homem, é bonito e sobretudo charmoso. Sabe disso e é extremamente vaidoso. Sempre conquistou todas a mulheres que quis. Xangô, por ser um amante irresistível, e por isso foi disputado por três mulheres que são elas próprias três Deusas, três Orixás. Iansã foi sua primeira esposa e quem o acompanhava na guerra. É com Iansã que divide o domínio sobre o fogo.
Oxum foi à segunda esposa de Xangô e a mais amada. Apenas por Oxum, Xangô perdeu a cabeça, só por ela chorou. A terceira esposa de Xangô foi Oba, que amou e não foi amada. Oba abdicou de sua vida para viver por Xangô, foi capaz de mutilar o seu corpo por amor ao seu rei.
Xangô decide sobre a vida de todos, mas sobre a sua vida (e sua morte) só ele tem o direito de decidir. Ele é mais poderoso que a morte, razão pela qual passou a ser o seu anti símbolo.
Os filhos de Xangô são obstinados, agem com estratégia e conseguem o que querem.
São pessoas de corpo quase sempre muito forte, com massa muscular e uma quantidade razoável de gordura mas a sua boa constituição óssea suporta o seu físico avantajado. Com forte dose de energia e autoestima, os filhos de Xangô têm consciência de que são importantes e respeitáveis, portanto quando emitem a sua opinião é para encerrar definitivamente o assunto. A sua postura é sempre nobre, com a dignidade de um rei. Gostam de viver acompanhados, quase nunca estão só, pois a solidão é um estigma dos filhos de Xangô.
 
São empresários, livreiros, advogados, administrativos, árbitros de futebol, sindicalistas, juízes, dirigentes associativos, são os presidentes das coletividades do bairro onde vivem, são bombeiros, bibliotecários, escritores ou fiéis de armazém. Por mais humilde que seja a sua profissão, destacam-se pela postura e competência de quem "sabe o que está a fazer". Não admitem críticas destrutivas vindas de quem não sabe e têm dificuldade em lidar com hierarquias que não sejam as que eles criaram, por isso têm tendência para trabalhar por conta própria ou pelo menos de uma forma "independente".
São incapazes de ser injustos. Contra tudo e contra todos, vão sempre fazer o que acham que é justo. Têm normalmente uma certa dose de egoísmo e tendência para serem austeros nos gastos... Gostam do poder e do saber, que são os grandes objetos da sua vaidade. São amantes vigorosos e têm tendência para manter ao longo da sua vida muitos relacionamentos. Um filho de Xangô está sempre cercado por velhos amigos, novos amigos, adjuntos, assessores e vizinhos, colegas, auxiliares, “amigas especiais” e conhecidos que se “juntaram à festa”. Fazem questão de viver entre muita gente e têm pavor de ficar sozinhos.
Xangô frequenta os Parlamentos, as Assembleias, os Palácios Presidenciais e Reais e as Salas de Trono. No entanto, vive no interior dos Vulcões, nos Rochedos Imponentes à beira-mar, no Alto das Montanhas, nas Fragas e nas Pedreiras.
As cores de Xangô são o vermelho e o branco.
O dia de Xangô é a Quarta-feira.
A Saudação de Xangô é: Kao Cabiecilé!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

O Caminho do Lobo


O Caminho do Lobo é um caminho de inteligência, de astúcia e de sabedoria. Contudo, é também é um caminho de partilha. O lobo é o arquétipo do professor e do mestre que transmite novas ideias. O lobo, sai, aprende e volta para ensinar o que aprendeu.
Apesar de ligado à família, o Lobo mantém sempre uma forte marca individualista, para não dizer solitária. O Caminho do Lobo leva-nos ao encontro da nossa matilha, do nosso clã e da família. Apesar deste fator gregário, existem períodos em que o Lobo precisa de se isolar para escutar a sua voz interior. Para ouvir a sua poderosa intuição.
 
O Lobo é um animal eminentemente noturno, o que lhe permite ter uma visão que ultrapassa os limites do “normal”... aqui, o Caminho do Lobo indica clarividência. Esta visão apurada, bem como a sua coragem e força para defender a sua família, fazem do Lobo um guardião. Se precisares de proteger a tua família pede ajuda ao Lobo.
O Lobo está frequentemente associado à ideia de fecundidade e poder, de modo que, na antiguidade, era comum a prática das mulheres inférteis invocarem lobos para terem filhos.
O Lobo representa a astúcia e a vitória. Podes evocar o Lobo para combater inimigos internos e externos e para te ajudar a ultrapassar os teus próprios medos.

 
 

Quem é Exú (Esú)?

Laroyé Esu. Baraô Esu
Exu, ou mais corretamente Esú (o esse lê-se x na língua ioruba), é o Orixá da comunicação. É aquele que vive entre os outros Orixás e os humanos. É quem liga os planos. Orixá da paciência, da ordem e da disciplina, toma conta e corrige os impacientes, os desordeiros e os indisciplinados.
É o guardião das aldeias, cidades e, claro, das casas e do asé. Porque está entre dois mundos, é aquele que melhor conhece o comportamento humano. A palavra Esú em iorubá significa 'esfera' e, na verdade, Esú é o movimento. É ele quem come e recebe as oferendas em primeiro lugar nos rituais do Candomblé. É ele quem assegura que tudo corre bem. É Esú que garante, com função de mensageiro entre o Orún (o mundo espiritual) e o Aiyé (o mundo material), que o ritual é recebido no Universo dos Orixás.
Esú, pelas suas responsabilidades de comunicação e proximidade, assume um estilo irreverente e brincalhão para que os humanos sintam a confiança para se aproximarem e abrirem o seu coração. Assim, Esú é quem conhece tudo. Os moralistas podem considerar Esú provocador, indecente e sexual. E, de facto, Esú é tudo isto. Mas Esú é muito mais!!!
Esú tem um caráter irrascível? Não é verdade. Basta que cumpram com Esú.
Diz a lenda que Esú teria sido um dos companheiros de Oduduà aquando da sua chegada a Ifé e chamava-se Èsù Obasin. Mais tarde, tornou-se um dos assistentes de Orunmilá e ainda rei de Ketu, sob o nome de Èsù Alákétú. A palavra elegbara significa "aquele que é possuidor do poder" (agbará).
Na Nigéria, mais precisamente em Oyó, é denominado Èsù Àkeró ou Àkesán, que significa "chefe de uma missão", pois este cargo tem como objetivo supervisionar as atividades do mercado do rei. Esú praticamente não possui ewós (ou quizilas) e aceita quase tudo o que lhe oferecem.
Os iorubas cultuam Esú na pedra vulcânica Yangi. Há também quem cultue Esú num montículo grotescamente modelado na forma humana com olhos, nariz e boca feita de búzios. Esú pode ser ainda representado numa estatueta enfeitada com fileiras de búzios ,tendo em suas mãos pequeninas cabaças onde carrega diversos pós que usa nos seus trabalhos.
Esú é o Orixá capaz de transformar o certo em errado e o errado em certo!

No    Candomblé, Esú é um dos mais importantes orixás e sempre é o primeiro a receber as oferendas, as cantigas e as rezas: é saudado antes de todos os orixás, antes de qualquer cerimónia ou evento.
Esú é astucioso, vaidoso, culto e dono de grande sabedoria, grande conhecedor da natureza humana e dos assuntos mundanos.
Esú recebe diversos nomes, de acordo com a função que exerce ou com as suas qualidades: Elegbá ou Elegbará, Bará ou Ibará, Alaketu, Agbô, Odara, Akessan, Lalu, Ijelu (aquele que rege o nascimento e o crescimento de tudo o que existe), Ibarabo, Yangi, Baraketu (guardião das porteiras), Lonan (guardião dos caminhos), Iná (reverenciado na cerimónia do padê).

Em Cuba, Esú é chamado de Elegua, Elegguá ou Eleggua. Na Santería, é sincretizado El Niño de Atocha ou com Santo António de Pádua. É o porteiro de todos os caminhos, da montanha e da savana, é o primeiro dos quatro guerreiros junto de Ogum, Osùn e Oxossi.

No vodu haitiano, é chamado de Papa Legba e Legbá Petró, Maitre Carrefour ("dono da encruzilhada"). É o intermediário entre o loa e a humanidade. Esú está numa encruzilhada espiritual e dá (ou nega) permissão para falar com os espíritos de Guiné.
Na República Dominicana, é cultuado como Vodun Legba e, em Trinidad e Tobago, como Eshu.

O Dia de Esú é a segunda-feira.






sábado, 16 de janeiro de 2016

O Caminho da Gazela


A Gazela simboliza a alma humana, a sensibilidade,  e as emoções. Este animal representa, a beleza, a agilidade e a agudeza visual. É a imagem do ser amado, o complemento sexual de cada um.
É símbolo de alegria e felicidade, trás com ela bons augúrios em todos os campos, mas especialmente em tudo o que se relaciona com os sentimentos.
A Gazela é dona da delicadeza, da sensitividade, da graça, da atenção. Em permanente estado de alerta possui a adaptabilidade, e a gentileza. 
O caminho da Gazela pede para não sermos amargos nem negativos com a própria vida. Ensina-nos a assimilar os ensinamentos e a ficar atentos à realidade envolvente. É um caminho que ensina a viver mais solto e a celebrar a vida com a natureza.
Podemos pedir à Gazela elegância, delicadeza, sensitividade, graça, alerta, adaptabilidade, conexão,  gentileza. A Gazela tem, a Gazela dá, porque a sua natureza é da Generosidade...

A Estrela do Rei David

A estrela de David, ou Estrela de Seis Pontas é um símbolo muito conhecido, usado como talismã, amuleto atrativo de energias positivas recomendado contra qualquer tipo de adversidade, natural ou "sobrenatural". É confecionada como figura ou objeto e atualmente pode ser encontrada ornamentando ambientes, roupas, publicações e objetos como medalhas, pingentes e anéis. Nos livros de todos os bons mestres ocultistas do Ocidente existem comentários a este símbolo, também conhecido como Estrela de David e Sêlo de Salomão, denominações que indicam sua antiguidade. De fato, a estrela com seis pontas remonta às eras pré-cristãs, época veramente nebulosas, e não é uma exclusividade da cultura judaica; ao contrário, pertence ao acervo de signos mágicos de diferentes povos em diferentes épocas.

A estrela é um legado que os patriarcas de Israel receberam no contexto do sincretismo religioso resultante do encontro das culturas hindu-arianas (Índia) e semitas da Mesopotâmia (atual Iraque). Desde Abraão, a estrela atravessou séculos até chegar ao Rei Salomão, filho do Rei David. Os segredos da estrela foram revelados a Salomão como parte de sua iniciação nos Mistérios de Deus. Salomão, ícone representativo de sabedoria, foi, realmente, um Mago, ou seja, um conhecedor de forças metafísicas. A "lenda histórica" conta que Salomão obteve a revelação das Ciências Ocultas de fonte divina, Ciência esta que consiste na Cabala Judaica, "magia" das relações de poder entre números e palavras.

A Cabala trata do controlo da energia mental (ou pensamento) através de um sistema de rituais (ações repetidas) onde se destaca a utilização de símbolos acompanhados de invocações (falas, chamados, fórmulas verbais, versos, orações). A estrela de seis pontas é considerada o mais poderoso dos símbolos mágicos cabalísticos, usado como objeto de meditação sempre que se deseja uma conexão com Deus. Tal meditação pretende alcançar um estado de consciência, que não é sono nem vigília, caracterizado pela experiência de esquecimento ou abstração do Ego pessoal (a personalidade condicionada pelo mundo) e consequente sentimento de identificação com o Eu Real, o Eu superior que é Uno ou indissociável do Criador de Todas as Coisas. Esta unidade do homem com Deus é a razão pela qual todas as religiões do mundo afirmam que "Deus está dentro de cada um de nós".

A relação da Estrela de Davi com a Cabala e por conseguinte com a matemática reside em um fato evidente: a estrela é uma figura geométrica e, portanto, diretamente associada às relações entre grandezas matemáticas. Como figura geométrica, a estrela é composição de dois triângulos equiláteros (triângulo que tem os três lados iguais e portanto os três ângulos proporcionalmente iguais) e de iguais dimensões (com igual comprimento dos lados). Estas igualdades são um primeiro indicativo de equilíbrio da figura.

Matematicamente, à primeira vista, a estrela está associada ao número 6. Ocorre que este número é um número composto, ou seja, é decomponível, como uma substância química composta homogênea é decomponível em um laboratório. A divisão de um número aos seus componentes mínimos chama-se redução. A redução revela quais são os valores que se relacionam na produção de um resultado. O 6, reduzido, mostra uma relção entre 3 e 2.
Quem usa a estrela, como um objecto, um colar, um anel, ou coloca sua figura em um ambiente, está fazendo uma declaração de adesão aos significados que ela encerra. Voltando à "entidade metafísica Número 3", ainda de acordo com Pitágoras e numerosos outros mestres esotéricos, tal Número corresponde a uma "entidade" muitíssimo elevada em termos espirituais ou, de pureza energética: Aquele a quem todo mundo chama de Deus e que todas as religiões descrevem como sendo "o Um que é Três".
A teologia católico-cristã ocidental reconhece esta conceção à qual denomina de Santíssima Trindade explicando que EM Deus, que é UM, coexistem TRÊS aspetos que se manifestam no ato de Criação.
Helena Petrovna Blavatsky, disse, sobre a Estrela de David: "o seis é a representação das seis direções de todos os corpos, as seis direções que compõem a sua forma, a saber: as quatro direções que se estendem no sentido dos quatro pontos cardeais, norte, sul, leste e oeste, e as duas direções de altura e profundidade que correspondem ao Zênite e ao Nadir. (...) (BLAVATSKY - v. IV - p 161. São Paulo: Pensamento, 2003)
 
Um amuleto bem poderoso...
Uma declaração de amor ao Universo e a ti mesma.
Usa-a.
 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Caminho do Texugo


Coragem, Tenacidade e Persistência.
O Texugo encarna a coragem, forte e bastante agressivo para não dizer violento sempre que ameaçado. Apesar de ser relativamente pequeno, tem capacidade para repelir ataques de animais muito maiores como lobos, coiotes, raposas e até ursos.
Mostra-nos como agir em caso de crise pois a sua tenacidade ultrapassará quaisquer obstáculos. Ensina-nos a defender-nos perante qualquer ataque, independentemente do tamanho do nosso adversário. 
Quem evoca um Texugo, nunca abandonará o seu sonho.
O Texugo como Animal de Poder é um animal de proteção e de valentia.
Pode ser evocado para combater a frustração e o desalento.
Quando pensares em desistir dos teus objetivos, evoca o Texugo.
Quando te sentires insegura ante de uma comunicação em público, evoca o Texugo.
Evoca o Texugo para formar alianças, para estabelecer parcerias e formalizar relacionamentos com pessoas diferente entre si.
O Texugo é um poderoso protetor de ambos os bens materiais e ideais.